DIA 11/12/2010 - SÁBADO - 15:00
Última sessão de cinema este ano aqui no núcleo. Quem ainda não assistiu este filme/documentário, vale a pena. Reserve já o seu lugar, não esqueçam que nossa sala não é muito grande!!
título original: (What the Bleep Do We Know?)
lançamento: 2004 (EUA)
direção:William Arntz, Betsy Chasse, Mark Vicente
atores:Marlee Matlin, Elaine Hendrix, Barry Newman, Robert Bailey Jr..
duração: 109 min
gênero: Drama
status: Arquivado
Amanda (Marlee Matlin) está numa fantástica experiência ao estilo "Alice no País das Maravilhas" enquanto seu monótono cotidiano começa a se desmanchar. Esta situação revela o incerto mundo escondido por trás daquilo que se costuma considerar realidade. Amanda mergulha num turbilhão de ocorrências caóticas que revelam um profundo e oculto conhecimento do real. Ela entra em crise e questiona o sentido da existência humana.
Abaixo uma crítica de Rubens Ewald filho:
"Nascido para ser cult movie, este filme diferente ficou mais de um ano em cartaz numa sala em Los Angeles. Depois em São Paulo, também saiu num circuito pequeno e ficou numa única sala criando um publico atraído pelo Boca a Boca. Naturalmente, a critica não entendeu nada chamando-o de "auto-ajuda". Até pode ser um pouco, mas por que não? Que mal há nisso? O fato é que esta é uma original tentativa de misturar gêneros. Ou seja é um documentário diferente, usando atores e personagens, no caso uma atriz premiada com o Oscar, Marlee Matlin no papel da heroína que passa por todos os problemas e dificuldades. Foi batizado no Brasil de "Quem Somos Nós?". O que não deixa de ser bastante pretensioso. Uma pergunta que, aliás, o filme não pretende responder. Muito melhor é o título original que seria "What the Bleep do We know?" (Bleep - ou blipado, é a maneira que a censura americana na televisão elimina os palavrões. Substitui aqui o expletivo Fuck. Portanto, literalmente seria "Que P**** Sabemos?". O filme aborda a física quântica de forma leve, deixando-a menos didática e chata, além de questionar o tempo todo o que seria o que vemos. O que é real ou irreal. E como damos valor exato, verdadeiro, para as coisas que nos apresentam no universo. Mais exatamente, se podemos ou não ter certeza se certos objetos "são o que são". Na parte final do filme, um cientista é questionado sobre a existência de Deus. Responde que tem dúvidas, mas se sente como um peixe no oceano. Neste exemplo do peixe, é como se quisessem mostrar o que seria essa dimensão quântica. Os peixes, seríamos nós, e o oceano, seria Deus. Depois falam da utilidade de se pensar quanticamente e como esta nova maneira de ser poderia nos ajudar no dia a dia. Dão um exemplo: A água de uma fonte de montanha radiografada molecularmente por um cientista fotógrafo tinha uma certa composição, um desenho, e depois de abençoada por um monge budista, esta mesma água, novamente radiofotografada, apresentava uma outra estrutura mais colorida e com um desenho mais bonito. E o cientista diz, se somos feitos basicamente de água, 65%, então uma reza teria este mesmo efeito no corpo humano. Mas basicamente, o que seria essa percepção que observa? Como é essa realidade que nós humanos construímos? Num exemplo no filme, a realidade não é simplesmente aquilo que vemos. Comprovadamente podemos estar em dois lugares ao mesmo tempo. E isso é o mais difícil de aceitar. Difícil de entender? Talvez, o filme tenta tornar acessível através de depoimentos e historietas, informações revolucionárias e fundamentais para o homem moderno, dando margem à infindáveis especulações. Mas por isso mesmo fascinante."
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Palestra: Sorte ou poder?
Dia 02/12/2010 - quinta-feira - 19:30
Uma das qualidades da nossa alma ou eu verdadeiro é o "poder" de realizar.
Conversaremos sobre como o que chamamos de sorte é algo que criamos a cada escolha que fazemos.
Uma das qualidades da nossa alma ou eu verdadeiro é o "poder" de realizar.
Conversaremos sobre como o que chamamos de sorte é algo que criamos a cada escolha que fazemos.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Palestra: Meditação Raja Yôga
Dia 21/10/2010 - quinta-feira - 20:00
O que é a meditação Raja Yôga.
Quais suas finalidades.
Como praticar.
O que é a meditação Raja Yôga.
Quais suas finalidades.
Como praticar.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
"Não é possível ser feliz com tanta gente sofrendo?"
“Não é possível ser feliz com tanta gente sofrendo!" Ouço muitos pensadores afirmarem isso. Não concordo e pensar assim é declarar a impossibilidade da felicidade em sua vida.
Há muito alguns sabem que o ser humano tem o poder de criar a sua própria realidade através de seu padrão mental. Com a maior espiritualização da humanidade esse assunto tem chegado à reflexão popular através de filmes e livros, como “O segredo”. Dentro dessa idéia, se eu pensar que não posso ser feliz por algum motivo, como enquanto houver sofrimento de outros, estarei criando, a cada momento, a minha infelicidade.
Se eu desejo um mundo mais feliz, minha maior contribuição deve ser no sentido de me fazer feliz. Uma pessoa feliz inspira a felicidade alheia por exemplo e vibrações (energia).
O que “gera” infelicidade é o fato de as pessoas não considerarem a possibilidade da felicidade aqui e agora, independente das condições em que vivem. Temos que refletir um pouquinho na questão da “felicidade estar dentro e não fora”. (ver a felicidade está dentro e não fora).
Se uma pessoa está agindo a partir de “dentro”, segundo seus anseios interiores, ela estará feliz pelo fato de estar se realizando em si, independente do resultado (“fora”) que obtiver com sua atitude. Um exemplo, uma pessoa que sente “dentro” a vontade de agir carinhosamente com alguém e não é retribuída. Se ela estiver consciente de sua vontade, não terá a expectativa da retribuição e se sentirá feliz por seu próprio gesto realizado. Ela foi feliz com o carinho que fez, mas por não ter sido retribuída, talvez sinta vontade de manifestar seu carinho com outra pessoa em outra oportunidade.
O que nos faz felizes é a realização de nossos anseios internos, que sempre buscam a perfeição do momento presente. No caso citado, a pessoa não pode pensar que por não ter recebido carinho não pode ser feliz. Ela deve ter a segurança de que todo o carinho desejado já lhe pertence.
Associamos felicidade com uma vida perfeita e com tudo ocorrendo perfeitamente do jeitinho esperado. Creio que interpretamos errado o conceito de perfeição. Pensamos que ele define algo encerrado em si, que não pode mudar, evoluir ou melhorar pelo simples fato de ser perfeito. Mas o que não evolui está morto. Vida é evolução, é movimento. E felicidade é vida.
Há muito alguns sabem que o ser humano tem o poder de criar a sua própria realidade através de seu padrão mental. Com a maior espiritualização da humanidade esse assunto tem chegado à reflexão popular através de filmes e livros, como “O segredo”. Dentro dessa idéia, se eu pensar que não posso ser feliz por algum motivo, como enquanto houver sofrimento de outros, estarei criando, a cada momento, a minha infelicidade.
Se eu desejo um mundo mais feliz, minha maior contribuição deve ser no sentido de me fazer feliz. Uma pessoa feliz inspira a felicidade alheia por exemplo e vibrações (energia).
O que “gera” infelicidade é o fato de as pessoas não considerarem a possibilidade da felicidade aqui e agora, independente das condições em que vivem. Temos que refletir um pouquinho na questão da “felicidade estar dentro e não fora”. (ver a felicidade está dentro e não fora).
Se uma pessoa está agindo a partir de “dentro”, segundo seus anseios interiores, ela estará feliz pelo fato de estar se realizando em si, independente do resultado (“fora”) que obtiver com sua atitude. Um exemplo, uma pessoa que sente “dentro” a vontade de agir carinhosamente com alguém e não é retribuída. Se ela estiver consciente de sua vontade, não terá a expectativa da retribuição e se sentirá feliz por seu próprio gesto realizado. Ela foi feliz com o carinho que fez, mas por não ter sido retribuída, talvez sinta vontade de manifestar seu carinho com outra pessoa em outra oportunidade.
O que nos faz felizes é a realização de nossos anseios internos, que sempre buscam a perfeição do momento presente. No caso citado, a pessoa não pode pensar que por não ter recebido carinho não pode ser feliz. Ela deve ter a segurança de que todo o carinho desejado já lhe pertence.
Associamos felicidade com uma vida perfeita e com tudo ocorrendo perfeitamente do jeitinho esperado. Creio que interpretamos errado o conceito de perfeição. Pensamos que ele define algo encerrado em si, que não pode mudar, evoluir ou melhorar pelo simples fato de ser perfeito. Mas o que não evolui está morto. Vida é evolução, é movimento. E felicidade é vida.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
PALESTRA "A BIOLOGIA DO AMOR"
Dia 12/09/2010 - domingo - 18:30
Local: Brahma kumaris
www.bkwsu.org/brazil/sedes/regiao_sudeste/sao_paulo/campinas
fone: 19 3241-7480
Local: Brahma kumaris
www.bkwsu.org/brazil/sedes/regiao_sudeste/sao_paulo/campinas
fone: 19 3241-7480
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)